Ladrões de Elite



O personagem principal dessa história segue um esteriótipo de anti-herói, ou seja não segue um padrão “do bom exemplo”.

Katarina Bishop tem uma família um tanto diferente, cresceu ouvindo da sala de TV, grandes golpes e até participando de crimes bem arquitetados. Mas com a grande pressão para continuar os negócios de família, nossa “heroína” decidi forja sua entrada num colégio interno para fugir da realidade que é sua família.

Porém Kat vê seu plano ir por água abaixo, quando estranhos acontecimentos na sua escola ameaçam sua estadia no internato, e percebe que um conhecido está próximo, Hale seu antigo comparsa que a convence de sair e enfrentar sua sina. O tempo antigo volta com mas intensidade, quando descobre que a cabeça de seu pai está em jogo, resultado tem que achar uma saída para conseguir recuperar uma coleção de arte de um perigoso mafioso, em apenas duas semanas.

Essa história tem uma mistura de suspense, ação, ironia e uma pequena dose de romance. Que leva um final surpreendente e inteligente, que o leitor vai embarcar na aventura.

Por Gabriella Dutra

Where the dreams come true


 É o sonho de qualquer criança e até mesmo de adultos conhecer “o maravilhoso mundo de Disney”, e quem não queria, né? Em Orlando a diversão não tem fim. Infinitas atrações, os parques mais famosos, segurança, hospitalidade e infinitas compras, fazem da cidade um destino imperdível para quem não foi e inesquecível aos que já visitaram.
     Entre os adolescentes, mais as meninas, há a dúvida festa de 15 anos ou a viagem, e isso é uma questão muito comum aos que não podem desembolsar os dois de uma vez, mas quem pode é um privilégio e tanto, é uma cidade irresistível.
     A grande variedade e fartura de leitos geram um ótimo custo-benefício em hospedagem, as boas compras seduzem tanto quanto os parques temáticos e, sim, existem bons restaurantes para fugir do fast food.  Mickey, Pato Donald e companhia são os grandes responsáveis pela popularidade de Orlando. Eles “moram” no complexo Disney World, formado por 6 parques e um centro de compras. O emblemático Magic Kingdom (aquele do Castelo da Cinderela) é o carro-chefe, impecável na riqueza de detalhes, na organização e até na limpeza.
    Bem, essa cidade não tem o que contestar ela é maravilhosa, em tudo, e muito tentadora com mais de 250 mil turistas brasileiros ao ano e literalmente "Where the dreams come true"!

Operação Rio sem briga

    No Rio de Janeiro, existem quatro grandes clubes de futebol, Clube de Regatas Vasco da Gama, Fluminense Football Club, Clube de Regatas do Flamengo e o Botafogo Futebol e Regatas. Eles, por serem os mais tradicionais do Estado e do Brasil, têm imensas torcidas, o que é bom para o clube, mas talvez, ruim para a população, pelas brigas que pode-se originar, que podem ser resolvidas. 
    As brigas, muitas vezes são formadas por um grupo de torcidas organizadas de um time, na maioria das vezes podem acontecem ao redor dos estádios. A rivalidade entra os ´´grandes`` do Rio é enorme até entre as torcidas de um mesmo clube. A cerca de dois anos atrás, famílias tinham até medo de presenciar algum jogo, o indivíduo pode ser fanático em futebol, mas o que prevalece é a segurança familiar. 
    Esses conflitos podem ser solucionados através da ajuda dos dos líderes de torcidas, das redes de televisão e até do Governo Estadual. Essas medidas para tentar solucionar o problemas são: nas televisões, deveriam passar mais anúncios conscientizando a população que é melhor assistir à uma partida tranquilamente, a diretoria poderia doar dinheiro para as torcidas de seu clube que não fizeram parte de uma confusão, para estimulá-las a não brigarem, as autoridades poderiam punir a um clube, como modo de mostrar que os conflitos fazem mal ao clube que torcem, os líderes deveriam conversar com os membros doo seu grupo de fãs. 
    Portando, é possível assistir, com tranquilidade e segurança, a um jogo de futebol do time do coração. Existe a possibilidade te existir paz, união entre torcidas, mesmo que essas sejam rivais.


Por Marcos e Matheus

Ferrari Berlinetta, Thiago



FERRARI APRESENTA SEU CARRO MAIS NOVO E TAMBÉM O MAIS POTENTE!


    A marca Ferrari no mês passado apresentou o seu mais novo carro, o F12 Berlinetta é o mais potente automóvel de passeio da marca mais reconhecida no mundo! Além desta incrível máquina ter um motor excelente, e uma tecnologia de primeira, o Berlinetta tem um design excepcional!

   
     Com seu inacreditável motor de 740 cavalos, 12 cilindros essa supermáquina consegue chegar de 0 a 100 km/h em 3,1 segundos, superando a Ferrari Enzo! Sem falar na sua velocidade máxima que pode chegar a 350 km/h.


       Não vá pensando que por este magnífico carro ter um motor de primeira, e por ter um design lindo que a Ferrari também não deixou de caprichar no seu interior. A Ferrari desta vez não sei como isso é possível mas criou o seu mais belo interior, painel, bancos de couro costurados a mão, som de maior qualidade, tecnologia avançada no volante, lindo velocímetro, entre outros mais!



É ISSO AI GALERA,ESPERO TER AGRADADO COM ESSE POST. MEU SONHO É TER UMA SUPERMÁQUINA COMO ESSA ; )!
PROMETO QUE SE EU GANHAR NA MEGA-SENA COMPRO UMA BERLINETTA PRA CADA UM RS!
ABRAÇÃO

Crítica: "Planeta Dos Macacos: A Origem"

     Sabe quando você se arrepende por não ter assistido a um filme no cinema? Foi exatamente o que me ocorreu com Planeta Dos Macacos: A Origem. Um filme tão espetacular merecia ter sido visto na tela grande, essa reedição de uma das franquias mais clássicas da ficção científica não deve nada aos outros filmes da série, se mostrando um excelente blockbuster, com tudo o que se poderia esperar. O longa narra a história de Caezar, um chipanzé que, para não ser sacrificado (fruto de um evento ocorrido no filme), é levado até a casa de Will Rodman (James Franco), um cientista que utiliza os chipanzés como cobaias tentando achar a descoberta da cura do Alzheimer, doença que, inclusive, acomete seu pai.
     Como já era possível se constatar pela minha prévia do filme, em Agosto, essa era uma das minhas grandes apostas para o segundo semestre de 2011. Como só tive a oportunidade de assistir ao longa nessa semana eu já tinha noção de que ele havia sido bem recebido pela crítica especializada, e só faltava meu veredito. Para minha surpresa, A Origem se mostrou tudo pelo qual eu esperava e muito mais. Para começar, o filme dá um show nos efeitos especiais, com destaque para mais uma incrível performance de Andy Serkis na captura de movimentos (ele já havia dado vida a Gollum, de O Senhor Dos Anéis, e o gorila King Kong, do filme de 2005) mas o mais importante de tudo é que a narrativa não se torna dependente dessas cenas, como acontece com a maioria do gênero. Nas performances (além do show de Serkis, já citado anteriormente), James Franco rende mais uma boa interpretação na pele do cientista Will Rodman, mesmo que não seja de forma tão impactante quanto em 127 Horas, de 2010, atuação que inclusive lhe rendeu uma nomeação ao Oscar de Melhor Ator (é aceitável se lembrarmos que todo o elenco de 127 Horas se resume quase que inteiramente a ele).
     Um aspecto interessantíssimo que chamou minha atenção enquanto assistia ao longa é que, ao contrário do que acontece normalmente, eu torci pelos macacos na sua luta, mesmo que a luta tenha sido contra nós humanos. Isso me fez pensar questões realmente importantes para o mundo, questões como se os nossas demandas por avanços tecnológicos e científicos estão ultrapassando os limites, nos fazendo correr o risco de liberar o caos como acontece no longa. Pontos como esse são extremamente positivos num filme que, inicialmente, pretendia ser apenas mais uma boa dose de efeitos especiais e ação.
       Ponto negativo, se existe algum, eu não reparei. Talvez uma das cenas, mais para a metade do longa, não tenha tido o impacto que deveria ter (aqueles que viram o filme certamente vão reconhecê-la), o que me fez tirar meia estrela do filme, mesmo que não manche em nada com seu brilhantismo. No novo Planeta Dos Macacos, o diretor Rupert Wyatt cumpriu todas as expectativas e ainda conseguiu elevar a série a um novo nível. Se não for pedir muito, gostaria de uma continuação para a história do chipanzé Caezar, ainda mais depois do final do filme, que dá abertura para tal.
     Planeta Dos Macacos: A Origem é tudo o que deveria ser e um pouquinho mais: pequenos defeitos não conseguem acabar com a maestria desse que é um dos principais filmes do ano passado, que mistura de maneira incrivelmente satisfatória ação, enredo, emoção e efeitos especiais, com um Caezar tão humano que chega a parecer real. É um filme que todos deveriam ter assistido no cinema e aqueles que, assim como eu, não tiveram essa oportunidade, têm que ir à locadora mais próxima e alugá-lo. O novato diretor Rupert Wyatt dá um belo cartão de visitas, mostrando ser um profissional com muito potencial.